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Toda a comunidade escolar precisa assumir as discussões raciais em meio aos conteúdos, assim como o núcleo familiar no cotidiano.
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Observe se as pessoas negras ocupam os espaços sociais, bem como quais são suas funções. Além disso, problematize como estão representadas em livros, cartazes e se aparecem como grandes cientistas.
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Fique atento a adjetivos e termos que podem machucar, ferir e diminuir pessoas.
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Reavalie histórias compartilhadas ao longo da vida. Por exemplo, as que dizem que vivemos em uma democracia racial e que não existe racismo no Brasil. Busque outras verdades, interrogue a falácia desses discursos.
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Independentemente da classe social, nascer branco é um passaporte para ser reconhecido como sujeito. É importante reconhecer este local de privilégio e utilizá-lo em prol da luta antirracista.
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Enalteça pessoas negras em posição de liderança. Apresente essas inspirações, bem como autores negros e bonecas negras para as novas gerações.
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Reconheça e respeite as diferenças culturais, que podem se manifestar pelo cabelo, música, comida, religião, entre outros. Devemos valorizar os diversos saberes construídos e produzidos historicamente por povos ancestrais.
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Promova o diálogo, procure ouvir o outro e reconheça-o como sujeito. Ao mesmo tempo, nunca fique em silêncio diante de casos de injúria racial ou de racismo.