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A Organização Mundial de Saúde (OMS) revela que entre 10% e 12% da população torna-se dependente do álcool. Em 2023, 20,8% dos adultos do Brasil tiveram motivos para parar de beber por abusar ou por depender do álcool.
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O beber abusivo está associado a mais de 200 doenças e aumenta o risco de câncer, além de ser o principal fator em 5,3% das mortes mundiais. Ainda, está ligado a acidentes de trânsito, além de contribuir para homicídios e suicídios.
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Trata-se do comprometimento da capacidade de controlar o consumo de bebidas alcoólicas. Quando esse beber torna-se mais frequente, ou mesmo contínuo, surge a dependência de álcool, que se caracteriza pelo forte desejo de beber, também conhecido por fissura por beber.
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O tratamento inicia com o diagnóstico correto, não só do estágio do alcoolismo, mas da coexistência ou não de comorbidades, como, frequentemente, os transtornos de humor e de ansiedade. Nesses casos, tratam-se ambas as patologias simultaneamente.
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O paciente deve saber que, para tratar as comorbidades, as medicações perdem sua potência quando bebidas alcoólicas são consumidas. Uma vez desintoxicado, estão indicadas entrevista motivacional, técnicas de prevenção de recaída e terapias cognitivo-comportamentais.
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