Jefferson Botega / Agencia RBS
Ricardo Duarte / Agência RBS
Jefferson Botega / Agencia RBS
No projeto para a Copa, denominado Gigante para Sempre, as obras de remodelação dentro das exigências da Fifa iniciaram em março de 2012 e duraram cerca de dois anos. É propriedade e casa do Sport Club Internacional.
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De propriedade do Athletico-PR, o local ficou marcado na Copa do Mundo como azarado. Além de receber seleções de pouco apelo popular, Curitiba não se deu bem quando a Espanha, então atual campeã, desembarcou por lá já eliminada.
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Na Arena Corinthians, a Croácia marcou o primeiro gol da Copa do Mundo quando Marcelo, contra, mandou para as redes. O estádio ainda recebeu o dramático Holanda e Argentina, vencido pelos argentinos nos pênaltis por 4 a 2. Após a Copa do Mundo, o estádio também foi palco dos Jogos Olímpicos de 2016 e da Copa América de 2019.
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Para receber sua segunda Copa do Mundo, o Maracanã passou por uma reforma que custou R$ 1 bilhão, mesmo tendo sido repaginado para os Jogos Pan-Americanos sete anos antes. Atualmente é usado pelos clubes cariocas.
Saimon Bianchini / Agência RBS
Candidata a ser um dos "elefantes brancos" antes da Copa do Mundo, a Arena Pantanal contrariou as expectativas e tornou-se um centro importante para o Mato Grosso. Gerido pelo governo do Estado, o estádio é utilizado pelo Cuiabá, na Série A do Brasileirão desde 2021, e pelo Mixto.
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Com manutenção de R$ 1 milhão ao mês e um pagamento de concessão de R$ 5 milhões ao ano, o governo do Distrito Federal não resistiu e entregou à iniciativa privada o complexo do Mané Garrincha em 2020. Foram sete anos de tentativas frustradas de evitar um "elefantebranquismo" do estádio, até que o contrato com a sociedade chamada Arena BRB foi assinado.
Gustavo Manhago / Agência RBS
Tombado como Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte, em 2003, o Mineirão é atualmente gerido pelo consórcio Minas Arena. composto por três empreiteiras que participaram da remodelação do estádio para a Copa. O estádio conseguiu manter sua fachada original. O valor final das reformas do estádio foi de R$ 666 milhões.
Gleydson Ferreira / Agência RBS
Considerado o estádio mais bonito da Copa do Mundo de 2014, a Arena foi reconstruída onde já estava a antiga Fonte Nova, principal palco do futebol baiano, mantendo as principais características, como a abertura na arquibancada com vista para o Dique do Tororó. A construção custou quase R$ 700 milhões.
Gustavo Manhago / Agência RBS
O projeto foi inspirado em dunas do Rio Grande do Norte e sua execução custou mais de R$ 400 milhões. Agora, o estádio serve de casa para o América de Natal, da Série D. O ABC também atuou por lá após a Copa do Mundo, mas agora concentra seus jogos no Frasqueirão, casa própria. Fora do futebol, o local recebe shows e realiza projetos culturais.
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Feita especialmente para a Copa do Mundo, a Arena Pernambuco não conseguiu cumprir suas expectativas. O custo de sua obra foi de R$ 532 milhões, mas ela não caiu no gosto do público de Recife, muito menos concluiu o projeto inicial, que prometia ser uma "Allianz Arena" brasileira.
Gleydson Ferreira / Agência RBS
Inaugurado em 1973, o Castelão passou por uma reforma em 2002 e foi totalmente remodelado a partir de 2012, para a Copa do Mundo. Atualmente é utilizado por vários clubes da capital cearense. Além dos grandes Fortaleza e Ceará, por lá também atuam Ferroviário e Floresta, ambos da Série C.
Lucas Amorelli / Agência RBS
A Arena da Amazônia começou a ser construída em 2010 e foi inaugurada meses antes da Copa. Ela foi erguida no lugar do Estádio Vivaldo Lima, conhecido como Tartaruga, e é de propriedade do governo do Estado do Amazonas. Custou mais de R$ 600 milhões, divididos entre governo local e financiamento do BNDS. Atualmente, o Amazonas FC, da Série B, utiliza o estádio.
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