Pixar / Divulgação
Pixar / Divulgação
Em entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, o psiquiatra Thiago Rocha conta como as emoções do filme Divertida Mente 2 ajudam a explicar a formação de crianças e adolescentes.
Pixar / Divulgação
Ele (o filme) é certamente uma obra prima por vários aspectos. Primeiro pela capacidade de conseguir trazer para as telas algo que, às vezes, era tão difícil de construir na conversa, na orientação de pais, de crianças.
Thiago Rocha
Psiquiatra
Pixar / Divulgação
Na concepção do especialista, o estúdio Pixar foi certeiro ao demonstrar como as emoções trabalham nessa transição da infância para adolescência. Principalmente em relação à dificuldade que as pessoas dessa faixa etária têm em administrar tantos sentimentos, pensamentos, desejos e expectativas.
Pixar / Divulgação
Apesar dos holofotes do filme estarem voltados para a personagem Ansiedade, Rocha alerta para o Tédio, que está sempre com um smartphone na mãe. O comportamento é percebido na maioria dos jovens e adolescentes da atualidade.
Pixar / Divulgação
Eu não acho que a gente tem que negar a modernidade, mas eu acho que a gente confundiu um pouco isso nos últimos tempos [...] O mundo da internet é como se fosse a rua. Ninguém deixa uma criança sair andando sozinha, vagando pela madrugada de qualquer periferia. Mas gente acaba fazendo isso dentro de um mundo que é desconhecido.
Thiago Rocha