Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos / Divulgação
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A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que já tem autorização para emissão desde janeiro, substitui o Registro Geral (RG), que pode ser feito com um número diferente em cada Estado brasileiro, diferentemente do Cadastro de Pessoa Física (CPF), com número único para todo o território nacional.
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O novo documento também pode conter outros dados, como os números da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e do passaporte.
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Conforme o Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a carteira de identidade antiga pode ser usada até 28 de fevereiro de 2032. Porém, os cidadãos podem emitir o novo documento a qualquer momento. Portanto, é sempre importante conferir junto às instituições a data de emissão exigida do documento.
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Segundo o Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP-RS), algumas instituições estabelecem um prazo diferente. Para viagens para países do Mercosul, por exemplo, o documento deve ter até 10 anos.