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O filme Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), disponível na plataforma Max desde 16 de agosto, foi um fracasso comercial. A produção custou US$ 168 milhões, fora os gastos com marketing, e arrecadou US$ 172,7 milhões nas bilheterias. No entanto, para o colunista de GZH Ticiano Osório, a obra tem vários pontos positivos. Confira >>
Jasin Boland / Warner Bros. Pictures/ Divulgação
Jasin Boland / Warner Bros. Pictures/ Divulgação
Furiosa é a quinta produção da franquia Mad Max. Todas foram dirigidas por George Miller, também coautor dos roteiros que, por meio da brutalidade e da punição, evocam o passado da Austrália, colônia penal da Inglaterra entre 1788 e 1868.
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Furiosa é recomendado sobretudo para quem gosta de cenas de ação que parecem estar realmente acontecendo. Utilizando da monocromia e da amplidão dos cenários, que indicam profundidade e destacam no que devemos prestar atenção, a ação sempre aparece centralizada na tela.
Jasin Boland / Warner Bros. Pictures /Divulgação
A caracterização, com os figurinos por Jenny Beavan e o trabalho primoroso do time de maquiagem, se destaca no filme. Além disso, o enorme elenco de coadjuvantes, com Charlee Fraser, da comédia romântica Todos Menos Você (2023), e Lachy Hulme e George Shevtsov, valoriza a produção.
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Furiosa também traz temas pertinentes para o momento atual e, em um mundo assustado por guerras, pelas mudanças climáticas e pela ascensão de líderes messiânicos e populistas, sequer pode ser visto como diversão escapista. Por mais que as cenas de ação sejam deslumbrantes, há sempre um travo amargo.
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