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Classificada como um distúrbio neuropsiquiátrico, a síndrome de Tourette causa constrangimento, estresse excessivo e afeta a qualidade de vida dos pacientes, mas pode ser tratada adequadamente e tem baixo índice de morte. Uma alteração bioquímica no cérebro que resulta em gestos repetitivos e expressões vocais involuntárias, assim caracteriza-se a doença.
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Extremamente raro, o distúrbio não tem cura e ainda não há evidências científicas que comprovem a sua origem. Uma das hipóteses para causa da síndrome de Tourette é de que há uma desregulação na ação da dopamina, o que causa “hiperatividade” em algumas regiões do cérebro, explica Carlos Rieder, neurologista da Santa Casa de Porto Alegre.
Há três formas de classificação do distúrbio, que são definidas a partir de como a doença se manifesta no corpo do paciente. Cada uma considera características distintas dos tiques: se são motores, vocais e obscenos – casos mais raros em que há repetição de gestos e palavras de xingamento. - Copraxia: tiques motores com repetição excessiva de gestos/movimentos - Ecolalia: uso involuntário de palavras - Copralia: repetição de frases de xingamentos e gestos obscenos
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Não há um exame específico realizado para identificar a síndrome de Tourette. O diagnóstico é totalmente clínico, a partir da análise e observação dos sintomas por um especialista.
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Apesar de não haver cura para a síndrome de Tourette, é possível controlar o distúrbio a partir de administração de medicamentos e terapia cognitivo-comportamental. Em alguns casos, devido as situações de estresse e constrangimento, é necessário um acompanhamento psicológico também.
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