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No sábado (13), o ex-presidente dos Estados Unidos e candidato republicano à Casa Branca Donald Trump foi retirado às pressas de um comício eleitoral que fazia após ser atingido por um tiro de raspão na orelha. Duas pessoas morreram durante o atentado — um espectador do comício e o próprio atirador.
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O atentado ocorreu na cidade de Butler, na Pensilvânia, no nordeste dos Estados Unidos, por volta das 18h15min (horário local) de 13 de julho.
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O atirador foi identificado pelo FBI como Thomas Matthew Crooks, um jovem de 20 anos de Bethel Park, Pensilvânia, segundo informações do jornal The New York Times. Ele não tinha registros criminais na Justiça. Segundo o G1, a polícia recuperou um fuzil AR-15 semiautomático no local do atentado, que foi comprado por Matthew Crooks, pai do atirador.
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Duas pessoas morreram durante o atentado — um espectador do comício e o próprio atirador. O Serviço Secreto afirmou, em comunicado, que duas pessoas ficaram feridas e o caso está sendo investigado como "tentativa de assassinato".
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"Nada se sabe ainda sobre o atirador, que está morto. Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita. Eu sabia que havia algo de errado no momento que ouvi um som de assobio, disparos e imediatamente senti a bala rasgando a minha pele. Vi muito sangue, e então percebi o que estava acontecendo. Deus abençoe a América."
Donald Trump
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Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, conversou por telefone com Trump após o atentado. A informação foi confirmada pela Casa Branca. No sábado, Biden utilizou o X para se manifestar pela primeira vez sobre o atentado ao seu concorrente. "Não há lugar para esse tipo de violência na América", escreveu.
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