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A sigla GLS - que abrangia gays, lésbicas e simpatizantes - não é muito comum de ser utilizada atualmente na sociedade. Inicialmente, foi substituída por LGBT para representar uma comunidade maior.
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A denominação cresceu, englobando letras e o sinal "+" simbolizando mais pessoas. Este processo ocorreu para unificar diferentes sexualidades e identidades de gênero. Confira como foram as mudanças >>>
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Antes do uso da sigla GLS, havia várias maneiras de nomear as dissidências sexuais e de gênero, sendo algumas, inclusive, pejorativas.
A gente teve homossexualismo no início, depois convertido em homossexualidade, mas antes disso a gente teve outros termos que eram utilizados também, no próprio movimento, nomeações que foram reivindicadas e ressignificadas
Renan Quinalha
Coordenador adjunto do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans e professor de Direito da Universidade Federal de São Paulo
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Na década de 1970, no Brasil, era utilizada a sigla MHB para se referir ao Movimento Sexual Brasileiro. Foi somente na década de 1990 que surgiu a sigla GLS.
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No final da década de 1990 e início dos anos 2000, abriu-se um espaço maior para as discussões em torno da visibilidade da comunidade LGBT+.
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