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A ginecologista e sexóloga Cristina Grecco explica que a experiência com o orgasmo varia de mulher para mulher, uma vez que está diretamente relacionada a aspectos biológicos, psicológicos e sociais de cada uma.
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O corpo libera uma série de neurotransmissores e os chamados hormônios do prazer, como serotonina, endorfina, dopamina e ocitocina, responsáveis pela sensação de bem-estar, pela redução do estresse e pelo relaxamento. Essas substâncias contribuem na redução dos sintomas da depressão e da ansiedade.
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Os hormônios liberados no pico do prazer podem influenciar na qualidade do sono, já que funcionam como facilitadores do relaxamento.
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O orgasmo tem o potencial de auxiliar no alívio de dores por conta da liberação da endorfina, considerada um analgésico natural do corpo.
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A ocitocina, conhecida popularmente como hormônio do amor, liberada durante o orgasmo, pode ajudar a prevenir o enfraquecimento dos ossos e, consequentemente, o desenvolvimento da osteoporose.
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