Marques / Agencia RBS
Reprodução / Memorial Valdir Joaquim de Morais/ Projeto Renner Vive
A "mãe do Badanha" é uma expressão regional que ganhou muitas versões no Rio Grande do Sul. Ela pode ser utilizada para despachar uma pessoa chata, por exemplo, como "vá se queixar ao bispo". Em jornais antigos, o colunista de GZH Leandro Staudt localizou o ditado a partir da década de 1950. Em 1965, o jornalista Sérgio Jockyman escreveu que um jogador do Fluminense "driblou toda a defesa do Inter, até a mãe do Badanha".
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Sylvio Luz Cauduro foi um jogador de futebol que atuava como volante, famoso pela forte marcação. Ele atuou pelos clubes São José, Grêmio e Renner e pela seleção gaúcha entre o final da década de 1930 e os anos 1940. No time do Renner de 1945 (foto), é o segundo em pé, da esquerda para a direita.
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Em 1968, a reportagem de Zero Hora localizou o ex-jogador e a mãe do Badanha. Na época, Maria da Glória da Luz foi encontrada morando no bairro Partenon, em Porto Alegre, com uma neta, cinco cachorros e uma galinha preta. Descrita como uma "velhinha simpática", disse que não sabia a idade, mas "calculava" em 70 anos. Ela afirmou que não gostava de estar na boca do povo.
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A mãe (do Badanha) defendia muito o filho jogador de futebol. Se ela não resolvesse, nem o bispo conseguiria
Silvia Helena Kaminski Cauduro
Filha do Badanha sobre o ditado que envolve a família
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