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Sebo bovino, muco de caracol e outras substâncias estranhas para a pele são impulsionadas pelas redes sociais. Os produtos chamam atenção pela suposta eficácia, mas podem apresentar riscos à saúde.
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Conforme a dermatologista Rosemarie Mazzuco, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Secção Rio Grande do Sul (SBDRS), o sebo é inserido em alguns produtos pela capacidade de hidratar e formar uma barreira protetora. Entretanto, se utilizado "sozinho" pode apresentar impurezas e aumentar o risco de efeitos colaterais indesejados
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Presente nos cremes, máscaras e séruns, o muco de caracol, aquela "gosma" deixada pelos moluscos, é outro elemento que gera estranheza. Mas, assim como o sebo bovino, é importante frisar que mais pesquisas são necessárias para confirmar os benefícios dessa substância.
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Existem institutos de beleza que oferecem a aplicação de uma máscara facial feita de excrementos de rouxinol. Ou seja, fezes de pássaros. Rosemarie destaca que, até o momento, poucos estudos foram conduzidos para investigar os efeitos dessa substância na pele humana, e que os resultados disponíveis são limitados e inconclusivos.
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A dermatologista indica que a melhor maneira de saber se um material ou substância tem comprovação e eficácia científica suficiente para ser aplicado na pele é consultar fontes confiáveis, como dermatologistas, estudos científicos revisados por pares e órgãos reguladores de saúde.
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